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Polícia investiga assassinato de família em Amarante do Maranhão

Pai, mãe e o filho do casal, de apenas um ano de idade, foram executados a tiros.

O casal e um filho foram mortos a tiros, em povoado de Amarante do Maranhão (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o assassinato de três pessoas da mesma família, ocorrido na segunda-feira (28), no povoado Melancia, no município de Amarante do Maranhão. Pai, mãe e o filho do casal, de apenas um ano de idade, foram executados a tiros.

O casal Claudivan de Sousa, de 27 anos, e Luana Pereira, 23, segundo policiais militares, se deslocava em um burro, juntamente com os dois filhos, quando acabaram alvejados. Uma das crianças, uma menina de três anos, conseguiu se salvar.

Testemunhas relataram que escutaram apenas um disparo de arma de fogo. De acordo com o delegado da cidade, Mateus Heckler, que investiga o caso, a polícia aguarda o resultado da perícia para saber quantos tiros foram disparados contra a família.

Ainda conforme o delegado, o suspeito do crime já foi identificado e pessoas já estão sendo ouvidas. O Jornal Pequeno foi informado que o homem apontado como autor do triplo homicídio teria se apresentado com um advogado na delegacia.

SEGUNDA MORTE DE FAMÍLIA

Vale lembrar que esse é o segundo caso de morte de pessoas da mesma família ocorrido no estado neste mesmo mês. No último dia 25, pai, mãe e filho, foram executados de forma brutal em uma fazenda na zona rural da cidade de Junco do Maranhão.

Na ocasião, o pai, identificado como José Gregório Pereira, que trabalhava como caseiro no local há mais de dez anos, foi o primeiro a ser assassinado com disparos de arma de fogo. Logo depois, a esposa dele grávida, Maria José de Lima, teve o pescoço degolado com um facão. O filho de 13 anos ainda tentou fugir pulando a janela do imóvel, mas acabou alvejado e morto.

Dentro da casa também estavam outros quatro filhos do casal de 10, 8, 4 e 2 anos de idade, que foram poupados pelos suspeitos. Uma equipe de policiais da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de São Luís, enviada à cidade na segunda-feira (28), é responsável pela investigação do caso, que até o momento segue sem solução

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