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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

Prefeito Eduardo Braide ignora polêmicas e dá boas-vindas a Havan em São Luís

“São Luís é livre”, publicou o gestor da capital em suas redes sociais.

Em meio às polêmicas envolvendo a instalação de uma réplica da Estátua da Liberdade na frente da Loja Havan, em fase final de construção da Avenida Daniel de La Touche, em São Luís, o prefeito Eduardo Braide usou as suas redes sociais para desejar boas-vindas à empresa.

“São Luís é livre! E sempre vai receber com entusiasmo empresas e iniciativas que gerem emprego e renda pra nossa gente. Seja bem-vinda à nossa Ilha do Amor, @havanoficial”, publicou o prefeito.

As obras da loja da Havan em São Luís estão em fase acelerada, e o muro que cercava o terreno da edificação já foi retirado, deixando o prédio à vista de quem passa pela Avenida Daniel de La Touche, no bairro do Cohajap.

Leia Mais: Obras da Havan avançam em São Luís e empresa já recebe currículos para contratações

A empresa já está com cadastramento de interessados em vagas de empregos. As inscrições podem ser feitas no site criado especialmente para receber currículos para todas as lojas em processo de abertura. Para cadastrar o currículo CLIQUE AQUI. No Maranhão, além de São Luís, a empresa pretende abrir filial em Imperatriz.

Polêmica

O prédio, seguindo a tradição da empresa, segue linhas arquitetônicas do grego clássico, e à sua frente deverá ser afixada uma gigante réplica da Estátua da Liberdade, detalhe que desagradou uma parte da classe política, artistas e militantes da internet.

Alguns artistas e integrantes da sociedade civil do Maranhão iniciaram um movimento para apresentar uma ação pedindo que a Justiça de São Luís proíba a Havan, empresa do empresário Luciano Hang, de erguer a estátua — símbolo da empresa — na capital maranhense. No texto de divulgação, os organizadores acusam a loja de não respeitar a democracia e os direitos humanos.

Além disso, a petição alega que uma réplica de 35 metros da Estátua da Liberdade em São Luís não é compatível com a cultura e arquitetura da cidade, que é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Os organizadores cobram o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) por uma reação contra o monumento de Luciano Hang.

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