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O ÓRGÃO DAS MULTIDÕES

PM do Pará, suspeito de matar líder comunitário, é colocado em liberdade

O crime ocorreu madrugada do dia 18 de julho de 2021, dentro da própria casa da vítima, em Imperatriz.

O soldado Danilo Silva foi preso no Pará, suspeito de ter matado o líder comunitário Wanderley Rodrigues (Foto: Divulgação)

IMPERATRIZ – O policial militar Danilo Silva, lotado em Rondon (PA), e que estava preso desde o dia 29 de julho deste ano, ganhou a sua liberdade nesta semana. Ele é suspeito de ter assassinado o líder comunitário Wanderley Rodrigues, de 53 anos, que foi morto a tiros na madrugada do dia 18 de julho de 2021, dentro de sua própria casa, em Imperatriz. A qualificação do crime é a de homicídio por motivo fútil e sem dar chance de defesa à vítima.

De acordo com a Justiça, o policial não oferece perigo à sociedade, e por isso houve a concessão de liberdade provisória para Danilo.

Segundo a polícia, Wanderley Rodrigues estava em sua residência localizada no Residencial Sebastião Regis, em Imperatriz, quando um homem efetuou os disparos de arma de fogo contra o portão da casa da vítima, atingindo o líder comunitário.

Wanderley ainda chegou a ser socorrido, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. Após o homicídio, o autor dos disparos fugiu sem deixar pistas.

Wanderley Rodrigues era presidente da Associação dos Moradores do Residencial Sebastião Regis e estava no seu segundo mandato.

Leia mais: Viúva de líder comunitário diz que era agredida por ele há 9 anos

Passados 11 dias da morte de Wanderley, o policial militar foi preso em Rondon, por uma equipe do Departamento de Homicídios de Imperatriz, com apoio da Polícia Militar do Pará. Logo após a prisão, Danilo foi transferido para a cidade de Imperatriz, onde prestou depoimento ao delegado Praxísteles Martins.

Durante seu depoimento com o delegado Praxísteles, Danilo teria dito que os disparos de arma de fogo eram apenas para dar um susto na vítima. Segundo a polícia, o crime foi motivado por uma crise doméstica, mas que o suspeito não teria nenhum grau de parentesco com a vítima.

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