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PM indiciado por morte de médico em Imperatriz é transferido para presídio militar

Crime aconteceu no dia 26 de junho deste ano, em uma casa de festas na Avenida Beira-Rio.

O médico Bruno Calaça foi morto com um tiro no peito, efetuado pelo policial militar Adonias Sadda (Foto: Divulgação)

Adonias Sadda, soldado da Polícia Militar indiciado pela morte do jovem médico Bruno Calaça foi transferido para um presídio militar dentro em São Luís. Ele ficará preso no Comando Geral da PM. O acusado estava custodiado no quartel do 3º Batalhão da Polícia Militar, em Imperatriz.

O médico Bruno Calaça foi assassinado no último dia 26 de julho, em uma casa de festas na cidade de Imperatriz. Câmera de segurança registraram o momento em que o PM se aproxima da vítima e efetua o disparo, após uma discussão.

Além do soldado Adonias Sadda, a morte de Bruno Calaça tem como envolvidos o bacharel em Direito, Ricardo Barbalho, e o empresário Waldez Cardoso.

O PM Adonias Sadda já responde um processo no qual é acusado de atropelar e matar uma criança de quatro anos. O caso aconteceu 2016, também na cidade de Imperatriz.

O CASO

O soldado da Polícia Militar do Maranhão Adonias Sadda Sousa Costa é o principal suspeito de matar, na madrugada do dia 26 de junho, o médico Bruno Calaça Barbosa, de 24 anos. O crime ocorreu na casa de festas Dell Lagoa, na Avenida Beira-Rio, na cidade de Imperatriz.

Entre os motivos para o crime estaria uma suposta tentativa de assédio, tendo como alvo a namorada de um irmão do médico assassinado. No local, estaria ocorrendo uma festa supostamente clandestina; que, momentos antes do homicídio, por duas vezes, já havia recebido a presença de uma guarnição na tentativa de encerrar as atividades.

A morte do jovem foi flagrada pelas câmeras de segurança do próprio estabelecimento e viralizou nas redes sociais. Nas imagens, Bruno aparece sentado no palco, com alguns amigos e irmãos, até que é abordado pelo militar e outro homem. Antes de irem até a vítima, eles aparecem conversando e gesticulando, bem próximos.

Os dois chegam perto do médico e, no vídeo, é possível ver que o homem fala algo e o empurra logo depois. Ele então se defende, e o soldado puxa a arma atirando à queima-roupa, atingido o peito da vítima. Bruno Calaça fica alguns segundo de pé e depois cai, enquanto a dupla sai do local.

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