Com risco de colapso, estrutura de galpão incendiado no Araçagi preocupa autoridades

Corpo de Bombeiros mantém monitoramento da área após destruição total do imóvel.

Fonte: Redação
Após incêndio de grandes proporções no Araçagi, galpão da empresa Plastick apresenta risco de desabamento (Foto; Reprodução)

O galpão da empresa Plastick, atingido por um incêndio de grandes proporções na tarde desta quarta-feira (3), no Araçagi, em São José de Ribamar, ficou completamente destruído e apresenta risco de desabamento, segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA).

Após horas de trabalho, as equipes conseguiram controlar as chamas e impedir que o fogo se espalhasse para outros imóveis da região. Apesar da gravidade da ocorrência, não houve registro de feridos.

Com a estrutura severamente comprometida, os bombeiros seguem realizando o trabalho de rescaldo e monitoramento do local para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área.

Durante o incêndio, testemunhas relataram pequenas explosões dentro do galpão, cenário que aumentou a preocupação com a estabilidade da construção. A expectativa é que uma perícia técnica seja realizada nos próximos dias para apontar as causas do incêndio e verificar a extensão dos danos estruturais.

Localizado às margens da MA-203, em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Araçagi, o imóvel gerou uma grande coluna de fumaça escura, visível de diversos bairros da Grande São Luís.

Trânsito foi afetado durante operação

A ocorrência também provocou reflexos no trânsito da região. Trechos da MA-203 precisaram ser interditados para garantir a atuação das equipes de emergência, provocando congestionamentos nos sentidos Olho d’Água e Raposa.

A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) organizou desvios provisórios para minimizar os impactos até a conclusão do combate ao fogo. Com o controle da situação, a via foi totalmente liberada para o tráfego.

Segundo o Corpo de Bombeiros, um dos fatores que ajudaram na contenção das chamas foi a chuva registrada durante a operação. Mesmo assim, os militares permaneceram mobilizados para evitar a reignição do incêndio.

Agora, a prioridade das autoridades é avaliar a segurança da estrutura e determinar as circunstâncias que provocaram o fogo que destruiu o galpão.

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