Desemprego no Maranhão sobe para 6,9% no 1º trimestre de 2026

Maranhão teve alta de 1,3 ponto percentual no desemprego, segundo IBGE

Fonte: Da redação

O Maranhão registrou aumento na taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a taxa de desocupação no estado passou de 5,6% no quarto trimestre de 2025 para 6,9% nos três primeiros meses deste ano.

O avanço representa alta de 1,3 ponto percentual no período e coloca o Maranhão acima da média nacional, que ficou em 6,1% no primeiro trimestre de 2026. No trimestre anterior, o índice nacional era de 5,1%.

Os dados mostram que o Maranhão acompanhou o movimento observado em parte do país. Ao todo, 15 das 27 unidades da federação apresentaram aumento na taxa de desemprego em relação ao trimestre anterior.

Entre os estados brasileiros, a maior taxa de desocupação foi registrada no Amapá, com 10%, enquanto a menor ficou em Santa Catarina, com 2,7%.

Na comparação regional, o Maranhão ficou abaixo de estados como Alagoas e Bahia, ambos com taxa de 9,2%, mas acima de unidades federativas como São Paulo, que registrou 6%, e Minas Gerais, com 5%.

O levantamento também detalhou diferenças no desemprego conforme sexo e raça. Nacionalmente, a taxa de desocupação entre homens ficou em 5,1%, enquanto entre mulheres chegou a 7,3% no primeiro trimestre.

Por cor ou raça, os índices permaneceram abaixo da média nacional para pessoas brancas, com taxa de 4,9%, e acima para pessoas pretas, com 7,6%, e pardas, com 6,8%.

Segundo o IBGE, apesar da alta observada no início de 2026, a taxa nacional de 6,1% representa o menor índice já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

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