Delegado é encontrado morto dentro da sede da Polícia Federal
De acordo com a assessoria da PF, o caso está sendo tratado como suicídio.
De acordo com a assessoria da PF, o caso está sendo tratado como suicídio.
Grupo criminoso já vinha sendo investigado pelo cometimento de crimes de roubos a residências.
Ele é considerado chefe da organização criminosa que aplica golpes por meio do aplicativo de mensagens.
Investigado seria amigo do Policial Militar Adonias Sadda, autor do disparo que matou Bruno Calaça.
O suspeito já tem passagem pela polícia pelo crime de tráfico de drogas.
Consumo não contabilizado, devido às fraudes, chegaria ao montante de R$ 800 mil.
Dois indivíduos chegaram em uma moto, e o garupa desceu para efetuar os disparos.
Adonias Sadda é o único suspeito de atirar contra Bruno Calaça, morto em uma festa, na madrugada do dia 26 de julho, em Imperatriz.
Carne estava dentro de cinco caixas térmicas, em um veículo Ford F350, sem qualquer documentação que comprovasse sua procedência.
Outro homem foi hospitalizado depois da ingestão de uma bebida.
A polícia apreendeu com os criminosos um veículo Onix, um colete balístico, e uma espingarda calibre 12 com cinco munições intactas.
Além do policial aposentado, a mulher dele também foi assassinada durante assalto.